segunda-feira, 6 de outubro de 2008

sem deuses




No alto
Da montanha
A raiz da cannabis sativa
Ativa a mente das toupeiras

(50 centavos – 1975 – Emenagogos – Promovem a regularização do fluxo menstrual: melão, cenoura, couve, salsa etc.)


O sapo alegremente
Pulou de um e desviou-se do outro
Braços estendidos.
Meus pulsos jaziam o rubro rio da vida
Num suicidado pela sociedade
(Nauá - Ficaram famosas as “missões religiosas” americanas, que atuaram muitos anos no interior do Brasil, a pretexto de evangelizar índios e caboclos, mais na verdade fazendo prospecção de petróleo e minerais para grande multinacionais.)


Censura
Não passou
Pelo buraco da fechadura

Nauá - Deixar o cabo da panela sempre voltado para a parede)


NA BOCA
Lúcifer BEIJAVA Deus
UM PEQUENO BEIJA-FLOR
OBSERVAVA.
(Asfixia - Respiração boca a boca. Em primeiro lugar, desaperta-se as roupas do acidentado para permitir uma boa expansão do tórax. A seguir, procura-se e, se for o caso, retira-se de sua boca elementos estranhos como próteses dentárias, sangue coagulados, secreções e outros materiais que possam ser aspirados ou que prejudicarão o principal objetivo, que é manter livres as vias respiratórias. O paciente deve ficar deitado de costas, com a cabeça inclinada ao máximo para trás. O socorrista, ajoelhado, deve então inspirar profundamente e soprar com força pela boca do paciente. Este procedimento não terá sucesso se a boca do socorrista não estiver completamente colada à do paciente e, também, se não tiver o cuidado de manter as narinas do paciente fechadas, apertando-as com os dedos. Para completar o movimento, deixa-se o paciente livre para que expire. Esta manobra deve ser repetida regularmente cerca de 12 a 15 vezes por minuto e mantida até a chegada do socorro médico, ou até que o paciente esteja respirando espontaneamente. O sucesso da respiração boca a boca é observado quando o peito da vitima se eleva durante a entrada do ar soprado pelo atendente.)

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